terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

1/4 dos imóveis de São Paulo é da década de 1970

link: 1/4 dos imóveis de São Paulo é da década de 1970
Edison Veiga e Rodrigo Burgarelli para o Estadão, em 15 Abril 2017.

Observatório de Remoções

link: https://www.observatorioderemocoes.fau.usp.br/mapeamento-participativo/map.html

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órgão responsável: O Observatório de Remoções é um grupo de pesquisa-ação da FAU/USP e da UFABC que tem por objetivo monitorar e desenvolver ações colaborativas com territórios ameaçados de remoções que desrespeitam as condições de moradia digna nos municípios de São Paulo e do ABC.

Navegação:

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Centro de Sismologia - USP

link: http://moho.iag.usp.br/

tela inicial:
Órgão Responsável: O Centro de Sismologia
O Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo é um centro composto pela união dos esforços de dois grupos da universidade: O Laboratório de Sismologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas e de parte do grupo de Tecnologia de Petróleo, Gás Natural e Bioenergia do Instituto de Energia e Ambiente, ambos da Universidade de São Paulo.

Missão
-Monitorar a atividade sísmica de todo o Brasil com localização de epicentros e determinação de magnitudes em tempo real, utilizando os dados da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) para emissão de alertas e boletins para esclarecimento da população e para pesquisas científicas.
-Instalação, manutenção e operação das estações sismográficas de banda larga da rede BL, integrante da Rede Sismográfica Brasileira assim como o processamento, armazenamento e distribuição dos dados dessas estações.
-Manter e gerenciar um banco de dados sismológicos, emitindo boletins sísmicos em tempo real com os sismos ocorridos no Brasil e regiões vizinhas, em conjunto com a Rede Sismográfica Brasileira.
-Integrar, cooperar e colaborar com outras instituições de pesquisa em sismologia nacional e internacional, para estudos da sismicidade e da Terra, além de incentivar a formação de novos grupos de pesquisa em sismologia no Brasil e mesmo, na América Latina.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Imagens Sem Nuvens do Satélite Copernicus Sentinel-2

link: https://s2maps.eu/

órgão responsável: EOX Maps
síntese: Imagens do Satélite Copernicus Sentinel-2 da Agência Espacial Européia capturadas entre maio de 2016 e abril de 2017 com a preocupação de selecionar as imagens em que o céu está mais "aberto" (sem nuvens) em cada localidade.

Exemplo 1)
Exemplo 2)
Exemplo 3)

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Atlas Esgotos - Despoluição de Bacias Hidrográficas

link: Atlas Esgotos - Despoluição de Bacias Hidrográficas


Responsável: Agência Nacional de Águas – ANA

Descrição do Projeto

O Atlas Brasil de Despoluição de Bacias Hidrográficas: Tratamento de Esgotos Urbanos tem como objetivo oferecer um inventário da situação do esgotamento sanitário nas 5.565 sedes municipais do Brasil e propor alternativas para a ampliação da cobertura de coleta e tratamento de esgoto urbano, considerando a estimativa de demanda do setor em diferentes horizontes de planejamento, assim como os custos de implementação das alternativas técnicas e possíveis fontes de recursos públicos e privados. O projeto faz parte do Programa de Desenvolvimento do Setor Água – Interáguas, executado pela Agência Nacional de Águas – ANA e financiado pelo Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD, que tem como meta contribuir para o fortalecimento da capacidade de planejamento e gestão no setor água. Com esse projeto, a ANA dá continuidade aos estudos desenvolvidos entre 2005 e 2011 sobre a oferta de água à população brasileiras, consolidados no Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água.

Descrição dos Serviços

I. DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO PRELIMINAR

1. Coleta, Análise e Integração de Dados Secundários: Sistemas de Coleta e Tratamento

Coleta de dados sobre os sistemas de esgotamento sanitário – SES para as 5.565 sedes municipais do país compreendendo: características das unidades dos sistemas de esgotos; levantamento de práticas e projetos implantados ou em implantação; levantamento de informações sobre estações de tratamento de esgotos – ETEs existentes; informações genéricas sobre topografia, tipo de solo e planta com sub-bacias de drenagem; registros das unidades dos sistemas em bases cartográficas e croquis dos sistemas; outorgas concedidas ou solicitadas; localização geográfica dos pontos de lançamento; elaboração dos croquis representativos dos sistemas de esgotamento sanitário; identificação das tecnologias utilizadas para o tratamento.

2. Coleta, Análise e Integração de Dados Secundários: Corpos Receptores

Levantamento de dados secundários para a caracterização quantitativa e qualitativa dos corpos receptores dos efluentes dos SES e de outras atividades potencialmente poluidoras e conflitos de uso de água nas bacias dos corpos hídricos, compreendendo: características hidrológicas; identificação das atividades potencialmente poluidoras; registro de dados em base cartográfica.

3.Elaboração de Projeção Demográfica para a População Urbana

Coleta e análise de dados secundários; identificação das taxas de crescimento populacional de cada município de acordo com o Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água; comparação das projeções com as populações registradas no Censo 2010 do IBGE; transposição das taxas de crescimento para o horizonte de 2020.

4. Elaboração de Metodologia para Estimativa de Carga de Esgoto

5. Estimativas de Carga de Esgoto por Município

II. REUNIÕES TÉCNICAS, VISITAS E AVALIAÇÃO CONSOLIDADA

1. Reuniões Técnicas com Companhias Estaduais de Saneamento Básico

Visitas a companhias estaduais e empresas de serviços de saneamento responsáveis pelo atendimento a 2173 municípios correspondentes ao Grupo I no âmbito deste estudo.

2. Análise da Consistência e Integração de Dados

Consolidação dos dados em formato de croquis, seguindo o modelo adotado para o Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água.

3. Cadastramento das Informações sobre as ETES Existentes no Cadastro Nacional de Usuários de Recursos Hídricos – CNARH

III. AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO DO SES

1. Construção de Cenários

Construção de cenários para o estabelecimento de parâmetros iniciais e a identificação de situações a serem enfrentadas visando o cumprimento das metas previstas no Plano Nacional de Saneamento Básico – Plansab e dos padrões de lançamento de efluentes em corpos receptores preconizados pela Resolução Conama nº 430/2011, compreendendo: situação atual; cenário tendencial; cenário de planejamento

2. Avaliação da Situação Atual para o Horizonte de Planejamento do SES com a Utilização de Modelagem Matemática

Implementação do modelo matemático que servirá de instrumento tanto para avaliar o impacto dos efluentes dos SES nos corpos receptores para a situação atual e cenários futuros, como também para direcionar a seleção de ações estruturais e não estruturais necessárias, compreendendo: seleção de modelagem em ambiente lótico e lêntico; implantação do modelo; carregamento de dados; simulações.

IV. ESTUDO E ALTERNATIVAS E AVALIAÇÃO DO PLANEJAMENTO EXISTENTE

1. Apreciação do Planejamento Existente

Levantamento de estudos, projetos e planos das prestadoras de serviços, em âmbito federal, estadual e municipal, compreendendo planos diretores de esgoto, planos de despoluição, planos de recursos hídricos e planos de saneamento básico, e planos de recuperação ou prevenção operacional ou ambiental empreendidos ou em andamento nas bacias e áreas de mananciais.

2. Elaboração e Avaliação das Alternativas Técnicas

Propostas de soluções, a partir dos dados coletados, para a coleta, afastamento, tratamento e disposição final de esgoto nos municípios, e da avaliação das alternativas técnicas mais adequada para cada sisutação, considerando a capacidade dos SES existentes e a qualidade da água do corpo receptor.

3. Identificação das Fontes de Recursos

Criação de uma matriz de variáveis, com a definição de diversas tipologias de ações e intervenções a serem financiadas por diferentes fontes de recursos.
Classificação e hierarquização das variáveis visando ao agrupamento das alternativas de financiamento, incluindo porte do município, tipos de intervenção em sistemas de coleta e afastamento, tipos de intervenção em sistema de tratamento de esgotos, aprimoramento tecnológico, recuperação ambiental e ações/programas de melhoria ambiental e de qualidade da água.
Estudo das fontes de recursos disponíveis, públicas, em nível federal, estadual e municipal, privadas, operações de crédito com organismos externos de fomento, entre outras.
Elabração de quadro sinótico de vinculação das fontes de recursos com os dados disponíveis em todos os municípios, bacias e demais recortes definidos em acordo com a ANA visando subsidiar a elaboração dos aranjos institucionais e estratégias de viabilização das propostas.

4. Sistematização e Justificativa das Soluções Propostas

Elaboração de um quadro comparativo das propostas apresentadas, iidicando os corpos recptores a serem utilizados, as obras de infraestrutura e ações de gestão necessárias, o planejamento preexistente relacionado com a proposta e/ou ações recomendadas compatíveis com os cenários elaborados, o mecanismo institucional, o eventual impacto de grandes obras de infraestrutura e as recomendações para adequação ambiental e social da obras propostas

5. Elaboração das Memórias de Cálculo dos Relatórios de Identificação de Obras e Projetos Utilizados

Detalhamento técnico das soluções apresentadas, incluindo inimamente: situação de atendimento, sistema proposto, orçamentp; sustentabilidade ambiental.

V. ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO DAS PROPOSTAS E ATUALIZAÇÃO DE DADOS

1. Definição e Modelagem Institucional para Implementação e Gestão das Soluções Propostas

Sistematização das ações de gestão necessárias para a implementação e garantia da sustentabilidade operacional das obras, como arranjos institucionais relacionados à gestão dos sistemas mais complexos (regiões metropolitanas).
Indicação de formas de parcerias com empreendedores interessados em obter recursos para obras.
Análise do aspecto da regionalização, bastante presente nas discussões sobre o futuro de concessionárias estaduais.

2. Identificação e Descrição das Estratégias de Divulgação e Atualização dos Dados

Definição de ações necessárias à adequada utilização e atualização das ferramentas e informações do Atlas Brasil de Despoluição de Bacias GHidrográgicas:Tratamento de Esgotos Urbanos, a saber: treinamento e transferência de tecologias das equipes da ANA, além dos treinamentos específicos no final dos trabalhos; definição de metodologia própria ao banco de dados relacional; fluxo contínuo de informações, considerando-se a relevância do compartilhamento de dados.

VI. ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS FINAIS

Preparação dos três principais produtos finais: Relatório de Cadastro de ETEs existentes: Relatório por Estado; Relatório por Bacia Hidrográfica.

VII. DESENVOLVIMENTO E CARGA DO BANCO DE DADOS GEORREFERENCIADO

1. Modelagem e Estruturação do Banco de Dados

Elaboração da modelagem dos dados a coletar e organizar, à luz do modelo do banco de dados existente, incluindose-se três tipos de inserção de elementos: criação denovas tabelas, com elementos típicos de sistema de esgotos, como áreas de drenagem, ETEs, coletores e interceptores, etc.; criação de novos campos em tabelas existentes, como dados municipais relacionados ao sistema de esgotos; criação de novos relacioonamenos entre campos e tabelas.

2. Carga de Dados

Carregamento de dados coletados ao longo de trabalho e, paralelamente, revisão do modelo para icorporação de dados não previstos ou de forma e estrutura diferentes do esperado.

3. Implantação no Ambiente de Produção da ANA

Implantação do banco de dados georreferenciados nas instalações da ANA de modo a facilitar o acesso à equipe técnica, assim como sua administração e manutenção.

Atlas Brasil - Abastecimento Urbano de Água

link: Panorama Nacional - Volume 1
Resultados Por Estado - Volume 2

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Atlas Nacional Digital do Brasil 2017

O Atlas Nacional Digital do Brasil 2017 traz a atualização das seções “Brasil no mundo” e “Sociedade e economia”, além de um caderno temático inédito sobre ‘Cidades Sustentáveis’. A publicação incorpora, em ambiente interativo, as informações contidas no Atlas Nacional do Brasil Milton Santos, publicado em 2010.

A edição 2017 do Atlas Nacional Digital do Brasil revela as profundas transformações ocorridas na geografia brasileira, acompanhando as mudanças observadas no processo de ocupação do território nacional na contemporaneidade, e se estrutura em torno de quatro grandes temas: o Brasil no mundo; território e meio ambiente; sociedade e economia; e redes geográficas.

Além de textos, o Atlas utiliza mapas, tabelas e gráficos para possibilitar um amplo cruzamento de dados estatísticos e feições geográficas, o que facilita o entendimento da diversidade demográfica, social, econômica, ambiental e cultural do território brasileiro.

Clique aqui para acessar ao Atlas Nacional Digital do Brasil 2017.

Geografia das cidades sustentáveis no Brasil

O caderno temático faz uma leitura espacial de um conjunto de informações produzidas pelo IBGE e por outras instituições públicas que abordam a questão da sustentabilidade em sua dimensão urbana, como forma de subsidiar as discussões em torno dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável 11 (ODS11): ‘tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis”.

O caderno é estruturado em torno de quatro eixos temáticos: urbanização, habitação e mobilidade urbana; ambiente urbano e segurança; planejamento, democratização e participação na sociedade; e cultura e patrimônio.

Desigualdades sócioespaciais

Os mapas a seguir são exemplos de como o Atlas aborda temáticas, como as relacionadas à questão da Habitação no Brasil, permitindo a visualização das desigualdades sócioespaciais que marcam, de um lado, a distribuição dos residentes em aglomerados subnormais e, de outro, a espacialidade dos residentes em domicílios adequados.

Nesse sentido, o mapa abaixo mostra que apesar de o fenômeno dos aglomerados subnormais (locais com propriedades de natureza irregular e precariedade do acesso a serviços urbanos básicos) não estar restrito às grandes cidades, é nelas que se apresenta de forma mais significativa. Assim, o padrão espacial do mapa relativo às pessoas residindo em aglomerados subnormais revela que todas as capitais brasileiras possuem elevado percentual de habitantes vivendo nesses locais.


Domicílio adequado, segundo a classificação do IBGE, é aquele que possui abastecimento de água por rede geral de distribuição; esgotamento sanitário por rede geral de esgoto ou pluvial, ou por fossa séptica; e lixo coletado, diretamente por serviço de limpeza ou em caçamba de serviço de limpeza.

Assim, o mapa a seguir destaca que as maiores proporções de população que vivem em domicílios adequados (75% ou mais) se concentram na região de rede urbana mais densa do país. O oeste de São Paulo registra estes percentuais. As capitais de estado do Sudeste e Sul também se destacam, além do Distrito Federal. No outro extremo, destacam-se as baixas proporções de população vivendo em domicílios adequados nas regiões Norte e Nordeste, inclusive nas capitais.
Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

O Atlas Nacional Digital do Brasil 2017 é uma aplicação de análise geográfica, voltada para usuários que desejam ter acesso somente ao conjunto de mapas e também para os que possuem um conhecimento mais avançado na busca de informações geográficas online.

Na aplicação é possível acessar todas as páginas do Atlas, fazer download e consultar os dados geográficos, estatísticos e os metadados (informações sobre o dado). O usuário também pode navegar pelos mapas, alterar a escala de visualização, ver e exportar tabelas e arquivos gráficos, personalizar o mapa superpondo temas de várias fontes, gerar imagens, salvar o ambiente de estudo para posterior análise e abrir um ambiente personalizado de estudo.

Ao usuário é permitido ter acesso a todas as páginas da publicação podendo fazer download dessas páginas e consultar, para um melhor entendimento, os seus metadados. Já ao usuário mais avançado, a aplicação permite analisar o mapa em um ambiente interativo.

Para cada tema do Atlas é oferecido o metadado associado. Todos os temas encontram-se como geoserviços e podem ser exportados em outros formatos. A aplicação oferece a visualização temporal de alguns temas permitindo analisar as mudanças ao longo dos anos.

Atlas é organizado em torno de quatro grandes questões

O eixo temático “O Brasil no mundo” aborda questões como a desigualdade social, o acesso a informações, redes geográficas e fontes energéticas.

A relação entre “Território e meio ambiente” ressalta as diversas divisões do território brasileiro e traz mapas de relevo, clima, solos, recursos hídricos, vegetação, fauna ameaçada, além de informações sobre riscos ambientais.

O tema “Sociedade e economia” aborda a dinâmica geográfica, a urbanização, a desigualdade social, saúde, educação, saneamento, cidadania e espaço econômico.

O eixo das “Redes geográficas” considera os sistemas e as redes – geodésicas, cartográficas, viárias, aéreas, comunicação e energia – como componentes da logística territorial e, portanto, da localização geográfica das atividades econômicas no Brasil.

Veja também: Atlas Nacional Digital do Brasil 2016