quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Atlas Esgotos - Despoluição de Bacias Hidrográficas

link: Atlas Esgotos - Despoluição de Bacias Hidrográficas


Responsável: Agência Nacional de Águas – ANA

Descrição do Projeto

O Atlas Brasil de Despoluição de Bacias Hidrográficas: Tratamento de Esgotos Urbanos tem como objetivo oferecer um inventário da situação do esgotamento sanitário nas 5.565 sedes municipais do Brasil e propor alternativas para a ampliação da cobertura de coleta e tratamento de esgoto urbano, considerando a estimativa de demanda do setor em diferentes horizontes de planejamento, assim como os custos de implementação das alternativas técnicas e possíveis fontes de recursos públicos e privados. O projeto faz parte do Programa de Desenvolvimento do Setor Água – Interáguas, executado pela Agência Nacional de Águas – ANA e financiado pelo Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD, que tem como meta contribuir para o fortalecimento da capacidade de planejamento e gestão no setor água. Com esse projeto, a ANA dá continuidade aos estudos desenvolvidos entre 2005 e 2011 sobre a oferta de água à população brasileiras, consolidados no Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água.

Descrição dos Serviços

I. DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO PRELIMINAR

1. Coleta, Análise e Integração de Dados Secundários: Sistemas de Coleta e Tratamento

Coleta de dados sobre os sistemas de esgotamento sanitário – SES para as 5.565 sedes municipais do país compreendendo: características das unidades dos sistemas de esgotos; levantamento de práticas e projetos implantados ou em implantação; levantamento de informações sobre estações de tratamento de esgotos – ETEs existentes; informações genéricas sobre topografia, tipo de solo e planta com sub-bacias de drenagem; registros das unidades dos sistemas em bases cartográficas e croquis dos sistemas; outorgas concedidas ou solicitadas; localização geográfica dos pontos de lançamento; elaboração dos croquis representativos dos sistemas de esgotamento sanitário; identificação das tecnologias utilizadas para o tratamento.

2. Coleta, Análise e Integração de Dados Secundários: Corpos Receptores

Levantamento de dados secundários para a caracterização quantitativa e qualitativa dos corpos receptores dos efluentes dos SES e de outras atividades potencialmente poluidoras e conflitos de uso de água nas bacias dos corpos hídricos, compreendendo: características hidrológicas; identificação das atividades potencialmente poluidoras; registro de dados em base cartográfica.

3.Elaboração de Projeção Demográfica para a População Urbana

Coleta e análise de dados secundários; identificação das taxas de crescimento populacional de cada município de acordo com o Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água; comparação das projeções com as populações registradas no Censo 2010 do IBGE; transposição das taxas de crescimento para o horizonte de 2020.

4. Elaboração de Metodologia para Estimativa de Carga de Esgoto

5. Estimativas de Carga de Esgoto por Município

II. REUNIÕES TÉCNICAS, VISITAS E AVALIAÇÃO CONSOLIDADA

1. Reuniões Técnicas com Companhias Estaduais de Saneamento Básico

Visitas a companhias estaduais e empresas de serviços de saneamento responsáveis pelo atendimento a 2173 municípios correspondentes ao Grupo I no âmbito deste estudo.

2. Análise da Consistência e Integração de Dados

Consolidação dos dados em formato de croquis, seguindo o modelo adotado para o Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água.

3. Cadastramento das Informações sobre as ETES Existentes no Cadastro Nacional de Usuários de Recursos Hídricos – CNARH

III. AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO DO SES

1. Construção de Cenários

Construção de cenários para o estabelecimento de parâmetros iniciais e a identificação de situações a serem enfrentadas visando o cumprimento das metas previstas no Plano Nacional de Saneamento Básico – Plansab e dos padrões de lançamento de efluentes em corpos receptores preconizados pela Resolução Conama nº 430/2011, compreendendo: situação atual; cenário tendencial; cenário de planejamento

2. Avaliação da Situação Atual para o Horizonte de Planejamento do SES com a Utilização de Modelagem Matemática

Implementação do modelo matemático que servirá de instrumento tanto para avaliar o impacto dos efluentes dos SES nos corpos receptores para a situação atual e cenários futuros, como também para direcionar a seleção de ações estruturais e não estruturais necessárias, compreendendo: seleção de modelagem em ambiente lótico e lêntico; implantação do modelo; carregamento de dados; simulações.

IV. ESTUDO E ALTERNATIVAS E AVALIAÇÃO DO PLANEJAMENTO EXISTENTE

1. Apreciação do Planejamento Existente

Levantamento de estudos, projetos e planos das prestadoras de serviços, em âmbito federal, estadual e municipal, compreendendo planos diretores de esgoto, planos de despoluição, planos de recursos hídricos e planos de saneamento básico, e planos de recuperação ou prevenção operacional ou ambiental empreendidos ou em andamento nas bacias e áreas de mananciais.

2. Elaboração e Avaliação das Alternativas Técnicas

Propostas de soluções, a partir dos dados coletados, para a coleta, afastamento, tratamento e disposição final de esgoto nos municípios, e da avaliação das alternativas técnicas mais adequada para cada sisutação, considerando a capacidade dos SES existentes e a qualidade da água do corpo receptor.

3. Identificação das Fontes de Recursos

Criação de uma matriz de variáveis, com a definição de diversas tipologias de ações e intervenções a serem financiadas por diferentes fontes de recursos.
Classificação e hierarquização das variáveis visando ao agrupamento das alternativas de financiamento, incluindo porte do município, tipos de intervenção em sistemas de coleta e afastamento, tipos de intervenção em sistema de tratamento de esgotos, aprimoramento tecnológico, recuperação ambiental e ações/programas de melhoria ambiental e de qualidade da água.
Estudo das fontes de recursos disponíveis, públicas, em nível federal, estadual e municipal, privadas, operações de crédito com organismos externos de fomento, entre outras.
Elabração de quadro sinótico de vinculação das fontes de recursos com os dados disponíveis em todos os municípios, bacias e demais recortes definidos em acordo com a ANA visando subsidiar a elaboração dos aranjos institucionais e estratégias de viabilização das propostas.

4. Sistematização e Justificativa das Soluções Propostas

Elaboração de um quadro comparativo das propostas apresentadas, iidicando os corpos recptores a serem utilizados, as obras de infraestrutura e ações de gestão necessárias, o planejamento preexistente relacionado com a proposta e/ou ações recomendadas compatíveis com os cenários elaborados, o mecanismo institucional, o eventual impacto de grandes obras de infraestrutura e as recomendações para adequação ambiental e social da obras propostas

5. Elaboração das Memórias de Cálculo dos Relatórios de Identificação de Obras e Projetos Utilizados

Detalhamento técnico das soluções apresentadas, incluindo inimamente: situação de atendimento, sistema proposto, orçamentp; sustentabilidade ambiental.

V. ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO DAS PROPOSTAS E ATUALIZAÇÃO DE DADOS

1. Definição e Modelagem Institucional para Implementação e Gestão das Soluções Propostas

Sistematização das ações de gestão necessárias para a implementação e garantia da sustentabilidade operacional das obras, como arranjos institucionais relacionados à gestão dos sistemas mais complexos (regiões metropolitanas).
Indicação de formas de parcerias com empreendedores interessados em obter recursos para obras.
Análise do aspecto da regionalização, bastante presente nas discussões sobre o futuro de concessionárias estaduais.

2. Identificação e Descrição das Estratégias de Divulgação e Atualização dos Dados

Definição de ações necessárias à adequada utilização e atualização das ferramentas e informações do Atlas Brasil de Despoluição de Bacias GHidrográgicas:Tratamento de Esgotos Urbanos, a saber: treinamento e transferência de tecologias das equipes da ANA, além dos treinamentos específicos no final dos trabalhos; definição de metodologia própria ao banco de dados relacional; fluxo contínuo de informações, considerando-se a relevância do compartilhamento de dados.

VI. ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS FINAIS

Preparação dos três principais produtos finais: Relatório de Cadastro de ETEs existentes: Relatório por Estado; Relatório por Bacia Hidrográfica.

VII. DESENVOLVIMENTO E CARGA DO BANCO DE DADOS GEORREFERENCIADO

1. Modelagem e Estruturação do Banco de Dados

Elaboração da modelagem dos dados a coletar e organizar, à luz do modelo do banco de dados existente, incluindose-se três tipos de inserção de elementos: criação denovas tabelas, com elementos típicos de sistema de esgotos, como áreas de drenagem, ETEs, coletores e interceptores, etc.; criação de novos campos em tabelas existentes, como dados municipais relacionados ao sistema de esgotos; criação de novos relacioonamenos entre campos e tabelas.

2. Carga de Dados

Carregamento de dados coletados ao longo de trabalho e, paralelamente, revisão do modelo para icorporação de dados não previstos ou de forma e estrutura diferentes do esperado.

3. Implantação no Ambiente de Produção da ANA

Implantação do banco de dados georreferenciados nas instalações da ANA de modo a facilitar o acesso à equipe técnica, assim como sua administração e manutenção.

Atlas Brasil - Abastecimento Urbano de Água

link: Panorama Nacional - Volume 1
Resultados Por Estado - Volume 2

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Atlas Nacional Digital do Brasil 2017

O Atlas Nacional Digital do Brasil 2017 traz a atualização das seções “Brasil no mundo” e “Sociedade e economia”, além de um caderno temático inédito sobre ‘Cidades Sustentáveis’. A publicação incorpora, em ambiente interativo, as informações contidas no Atlas Nacional do Brasil Milton Santos, publicado em 2010.

A edição 2017 do Atlas Nacional Digital do Brasil revela as profundas transformações ocorridas na geografia brasileira, acompanhando as mudanças observadas no processo de ocupação do território nacional na contemporaneidade, e se estrutura em torno de quatro grandes temas: o Brasil no mundo; território e meio ambiente; sociedade e economia; e redes geográficas.

Além de textos, o Atlas utiliza mapas, tabelas e gráficos para possibilitar um amplo cruzamento de dados estatísticos e feições geográficas, o que facilita o entendimento da diversidade demográfica, social, econômica, ambiental e cultural do território brasileiro.

Clique aqui para acessar ao Atlas Nacional Digital do Brasil 2017.

Geografia das cidades sustentáveis no Brasil

O caderno temático faz uma leitura espacial de um conjunto de informações produzidas pelo IBGE e por outras instituições públicas que abordam a questão da sustentabilidade em sua dimensão urbana, como forma de subsidiar as discussões em torno dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável 11 (ODS11): ‘tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis”.

O caderno é estruturado em torno de quatro eixos temáticos: urbanização, habitação e mobilidade urbana; ambiente urbano e segurança; planejamento, democratização e participação na sociedade; e cultura e patrimônio.

Desigualdades sócioespaciais

Os mapas a seguir são exemplos de como o Atlas aborda temáticas, como as relacionadas à questão da Habitação no Brasil, permitindo a visualização das desigualdades sócioespaciais que marcam, de um lado, a distribuição dos residentes em aglomerados subnormais e, de outro, a espacialidade dos residentes em domicílios adequados.

Nesse sentido, o mapa abaixo mostra que apesar de o fenômeno dos aglomerados subnormais (locais com propriedades de natureza irregular e precariedade do acesso a serviços urbanos básicos) não estar restrito às grandes cidades, é nelas que se apresenta de forma mais significativa. Assim, o padrão espacial do mapa relativo às pessoas residindo em aglomerados subnormais revela que todas as capitais brasileiras possuem elevado percentual de habitantes vivendo nesses locais.


Domicílio adequado, segundo a classificação do IBGE, é aquele que possui abastecimento de água por rede geral de distribuição; esgotamento sanitário por rede geral de esgoto ou pluvial, ou por fossa séptica; e lixo coletado, diretamente por serviço de limpeza ou em caçamba de serviço de limpeza.

Assim, o mapa a seguir destaca que as maiores proporções de população que vivem em domicílios adequados (75% ou mais) se concentram na região de rede urbana mais densa do país. O oeste de São Paulo registra estes percentuais. As capitais de estado do Sudeste e Sul também se destacam, além do Distrito Federal. No outro extremo, destacam-se as baixas proporções de população vivendo em domicílios adequados nas regiões Norte e Nordeste, inclusive nas capitais.
Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

O Atlas Nacional Digital do Brasil 2017 é uma aplicação de análise geográfica, voltada para usuários que desejam ter acesso somente ao conjunto de mapas e também para os que possuem um conhecimento mais avançado na busca de informações geográficas online.

Na aplicação é possível acessar todas as páginas do Atlas, fazer download e consultar os dados geográficos, estatísticos e os metadados (informações sobre o dado). O usuário também pode navegar pelos mapas, alterar a escala de visualização, ver e exportar tabelas e arquivos gráficos, personalizar o mapa superpondo temas de várias fontes, gerar imagens, salvar o ambiente de estudo para posterior análise e abrir um ambiente personalizado de estudo.

Ao usuário é permitido ter acesso a todas as páginas da publicação podendo fazer download dessas páginas e consultar, para um melhor entendimento, os seus metadados. Já ao usuário mais avançado, a aplicação permite analisar o mapa em um ambiente interativo.

Para cada tema do Atlas é oferecido o metadado associado. Todos os temas encontram-se como geoserviços e podem ser exportados em outros formatos. A aplicação oferece a visualização temporal de alguns temas permitindo analisar as mudanças ao longo dos anos.

Atlas é organizado em torno de quatro grandes questões

O eixo temático “O Brasil no mundo” aborda questões como a desigualdade social, o acesso a informações, redes geográficas e fontes energéticas.

A relação entre “Território e meio ambiente” ressalta as diversas divisões do território brasileiro e traz mapas de relevo, clima, solos, recursos hídricos, vegetação, fauna ameaçada, além de informações sobre riscos ambientais.

O tema “Sociedade e economia” aborda a dinâmica geográfica, a urbanização, a desigualdade social, saúde, educação, saneamento, cidadania e espaço econômico.

O eixo das “Redes geográficas” considera os sistemas e as redes – geodésicas, cartográficas, viárias, aéreas, comunicação e energia – como componentes da logística territorial e, portanto, da localização geográfica das atividades econômicas no Brasil.

Veja também: Atlas Nacional Digital do Brasil 2016

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Produtos Emplasa Disponíveis via Serviço WMS

link: http://portal.emplasa.sp.gov.br:8080/geonetwork/srv/pt/main.home

A Emplasa elabora e subsidia a implantação de políticas públicas e projetos integrados de desenvolvimento urbano e regional. E mais: realiza estudos diversos e disponibiliza na internet produtos cartográficos para utilização em Sistemas de Informações Geográficas de grande utilidade. Seu acervo cartográfico dispõe de mapeamentos sistemáticos e temáticos, fotografias aéreas e ortofotos solicitados por instituições públicas, universidades e o público em geral. Esses produtos apoiam a aplicação das legislações estaduais relativas ao Uso e Ocupação do Solo, às Áreas de Proteção aos Mananciais e ao Zoneamento Industrial. Também serve como base espacial em diferentes Sistemas do Governo Estadual.


Ortofotos, de 2010/2011, do Estado de São Paulo, com 1 m de resolução espacial;

Folhas Planialtimétricas, de 1980/1981, da RMSP, na escala 1:10 000;

Zoneamento das Áreas de 1º e 2º Categorias Destinadas à Proteção aos Mananciais, de 1976, da RMSP, na escala 1:10 000;

Área de Mata e Demais Formas de Vegetação Primitiva, dentro das Áreas de Proteção aos Mananciais, de 1977, da RMSP, na escala 1:10 000;

Aptidão Física ao Assentamento Urbano, de 1985, da RMSP, na escala 1:50 000;

Geologia, de 1979, da RMSP, na escala 1: 50 000;

Mata e Vegetação de Várzea, Áreas não Abrangidas pela Lei de Proteção aos Mananciais, de 1980, da RMSP, na escala 1:10 000;

Zona de Uso Predominantemente Industrial, de 1980/81, da RMSP, na escala 1:10 000;

Folhas Planialtimétricas, de 1980/1981, da RMSP, na escala 1:10 000 (com atualizações);

Geologia, de 1979, da RMSP, na escala 1:100 000;

Declividade, de 1980, da RMSP, na escala 1:100 000;

Expansão da Área Urbanizada, de 1977, da RMSP, na escala 1:100 000;

Ortofotos, de 2007, da RMSP, com 60 cm resolução espacial; e

Limite da Área de Proteção aos Mananciais, de 1975, da RMSP, na escala 1:10 000;

terça-feira, 27 de junho de 2017

Global Forest Watch

link: http://www.globalforestwatch.org/map/

órgão responsável: A Global Forest Watch começou seus trabalhos em 1997 como uma iniciativa para estabelecer uma rede global de monitoramento florestal, convocada pelo World Resources Institute e parceiros.
O GFW original alcançou muitos resultados para a conservação de grandes áreas florestais intactas.
A WRI (World Resources Institute) continuou o trabalho que o Global Forest Watch começou, trabalhando para melhorar a informação da floresta, combinando a mais recente tecnologia com novas parcerias.
Nos países da Bacia do Congo, a WRI publicou um Atlas Florestal que ajuda os tomadores de decisão a alcançar o manejo sustentável dos recursos florestais através do fortalecimento do planejamento e monitoramento do uso da terra. Estes Atlas estão agora disponíveis para Camarões, República Centro-Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, Guiné Equatorial e Gabão. O projeto Floresta e Paisagens na Indonésia trabalha para apoiar as ações do governo e da sociedade civil para um uso efetivo e equitativo da terra nesse país. Este trabalho agora continua como parte do trabalho da WRI sobre florestas e é integrado com o Global Forest Watch. Além dos países listados acima, o GFW publicou o estado dos relatórios florestais para o Canadá, Chile, Rússia e Venezuela e relatórios de políticas relacionados para a Guiana e o Suriname.
A rede GFW também desenvolveu os métodos para mapear paisagens florestais intactas, pilotando esse método na Rússia e no Canadá, e depois expandindo-o para o nível global para o ano 2000. O monitoramento dessas áreas continua, com uma atualização para o ano 2013 publicado recentemente.
Aproveitando o advento das novas tecnologias e a maior conectividade global, o trabalho na próxima geração do Global Forest Watch começou em 2011 com um grupo expandido de parceiros e poderosos novos recursos de monitoramento.


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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Geo Cadastro Técnico Federal - IBAMA

link: http://siscom.ibama.gov.br/ctfapp/#/

órgão responsável: IBAMA/ Ministério do Meio Ambiente

síntese: O Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais é o Registro Obrigatório de Pessoas Físicas e Jurídicas que realizam atividades passíveis de controle ambiental.

Menu de Atividades:

1-Extração e Tratamento de Minerais
2-Indústria de Produtos Minerais Não Metálicos
3-Indústria Metalúrgica
4-Indústria Mecânica
5-Indústria de material Elétrico, Eletrônico e Comunicações
6-Indústria de Material de Transporte
7-Indústria de Madeira
8-Indústria de Papel e Celulose
9-Indústria de Borracha
10-Indústria de Couros e Peles
11-Indústria Têxtil, de Vestuário, Calçados e Artefatos de Tecidos
12-Indústria de Produtos de Matéria Plástica.
13-Indústria do Fumo
14-Indústrias Diversas
15-Indústria Química
16-Indústria de Produtos Alimentares e Bebidas
17-Serviços de Utilidade
18-Transporte, Terminais, Depósitos e Comércio
19-Turismo
20-Uso de Recursos Naturais
21-Outros serviços
22-Obras civis
23-Gerenciamento de Projetos sujeitos a licenciamento ambiental federal

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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Open Street Map

link: https://www.openstreetmap.org/

órgão responsável: OpenStreetMap Foundation (OSMF)

síntese:
OpenStreetMap (OSM) é um projeto de mapeamento colaborativo para criar um mapa livre e editável do mundo, inspirado por sites como a Wikipédia. Traduzindo para português o nome significa Mapa Aberto de Ruas. Ele fornece dados a centenas de sites na internet, aplicações de celular e outros dispositivos.
Os mapas foram desenvolvidos e são mantidos com rigor por sua comunidade voluntária de mapeadores, que inserem e revisam dados de receptores GPS portatéis, fotografias aéreas, imagens de satélite e outras fontes livres. Os mapeadores, com seu conhecimento local, editam os mapas com softwares abertos como o iD ou o JOSM. A comunidade mais ampla, também confere e confirma os dados pela interface do próprio site Openstreetmap.org.
Todos os mapas, dados descritivos, e metadados ofertados pelo OSM são dados abertos, disponíveis sob uma licença Open Database License. Além da comunidade que doa as informações postadas, quando faz uso de outras fontes (imagens obtidas por processamento dos dados, tabelas e outros) são compatíveis com a sua licença. Os dados são formalmente operados pela OpenStreetMap Foundation (OSMF) em nome da comunidade de mapeadores.

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